Apresentação do Livro
Coreografias. Ensaios sobre dança e filosofia, de Né Barros
25 Set
/ 18h00
Ponto C - Penafiel
Ponto C - Penafiel
A coreógrafa, bailarina, cofundadora do balleteatro e investigadora do grupo Estética, Política e Conhecimento do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, Né Barros, apresenta o seu mais recente livro, Coreografias. Ensaios sobre dança e filosofia.
Neste livro, Né Barros "pensa o corpo dançante como corpo-poema: livre, intransmissível e imerso no silêncio. A dança surge como gesto vital e ético, forma de pensamento e resistência, capaz de devolver humanidade".
A iniciativa contará com uma conversa com a autora num encontro que cruza dança, pensamento e escrita.
Sinopse do livro:
O pequeno corpo dançante limita-se a não pedir mais do que é, mas a sua vida está em estrita ligação com tudo o que dele faz rosto. A figura que daí possa emergir é uma figura carnal que encontra no poema o máximo da sua singularidade: sou calado; sou silêncio; sou intransmissível. Pensar a arte implica pensar nas diversas escritas que permitam falar ao mundo. À coreografia ligam-se e encontram-se várias histórias, as quais merecem ser discernidas e instigadas, sentidas e diferenciadas. Será, porventura, nesse processo que uma escrita da dança interrompe uma lógica de disfunção e de função para se debater ao nível de uma política da forma. Os textos aqui reunidos, atravessam e inscrevem uma inquietação ligada ao ato criativo, na sua plena extensão discursiva: do criador ao crítico. Acompanham diferentes momentos de maturação pessoal, mas, sobretudo, foram escritos em momentos sociais e políticos distintos. Perante um mundo com tantas calamidades e desafios, não esperamos que a arte nos salve, tarefa que não lhe pertence, mas sim que ela perdure e nos faça embaraçar pelos males que provocamos ao mundo. Que o faça resistindo, nem tudo é substituível ou transmissível. Coreografia ou uma escrita que também resistirá à sua transformação em leitura.
Né Barros
Neste livro, Né Barros "pensa o corpo dançante como corpo-poema: livre, intransmissível e imerso no silêncio. A dança surge como gesto vital e ético, forma de pensamento e resistência, capaz de devolver humanidade".
A iniciativa contará com uma conversa com a autora num encontro que cruza dança, pensamento e escrita.
Sinopse do livro:
O pequeno corpo dançante limita-se a não pedir mais do que é, mas a sua vida está em estrita ligação com tudo o que dele faz rosto. A figura que daí possa emergir é uma figura carnal que encontra no poema o máximo da sua singularidade: sou calado; sou silêncio; sou intransmissível. Pensar a arte implica pensar nas diversas escritas que permitam falar ao mundo. À coreografia ligam-se e encontram-se várias histórias, as quais merecem ser discernidas e instigadas, sentidas e diferenciadas. Será, porventura, nesse processo que uma escrita da dança interrompe uma lógica de disfunção e de função para se debater ao nível de uma política da forma. Os textos aqui reunidos, atravessam e inscrevem uma inquietação ligada ao ato criativo, na sua plena extensão discursiva: do criador ao crítico. Acompanham diferentes momentos de maturação pessoal, mas, sobretudo, foram escritos em momentos sociais e políticos distintos. Perante um mundo com tantas calamidades e desafios, não esperamos que a arte nos salve, tarefa que não lhe pertence, mas sim que ela perdure e nos faça embaraçar pelos males que provocamos ao mundo. Que o faça resistindo, nem tudo é substituível ou transmissível. Coreografia ou uma escrita que também resistirá à sua transformação em leitura.
Né Barros
Setembro 2026
Outubro 2026