Projeções Paralelo
Programa Paralelo 2026
Coliseu Porto Ageas
PROJEÇÕES
Programa Paralelo
Ciclo Performances Artistas Emergentes
O ciclo Projeções, dedicado à apresentação de performances de artistas emergentes, estende-se aos alunos do Balleteatro Escola Profissional através de um programa paralelo cuja missão principal é aproximar o público dos projetos desenvolvidos por estes jovens criadores em formação.
Este ano são apresentadas propostas de alunos dos vários anos de ambos os cursos, Teatro e Dança, revelando a diversidade de linguagens que atravessam o seu processo artístico.
Este programa afirma-se como uma janela aberta para as ideias, referências e visões destes futuros artistas.
À MESA
Rafaela Silva, Helena Alves, Maria Valente, Maria Madalena Rosário
Um brinde que não se ergue, uma noite que sai do controlo e uma verdade dita tarde demais. Tudo, à mesa.
Criação: Helena Alves, Rafaela Silva.
Texto, Interpretação, Cenografia e Figurinos: Helena Alves, Maria Madalena Rosário, Maria Valente, Rafaela Silva
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João Miguel, Leonor Pinto
Se eu sou eu porque eu sou eu
E tu és tu porque tu és tu
Então eu sou eu e tu és tu
Mas se eu sou eu porque tu és tu
E tu és tu porque eu sou eu
Então eu não sou eu
E tu não és tu.
Encenação e Interpretação: João Miguel, Leonor de la Bastille
Texto Original: Yasmina Reza
Espectáculo Original: Arte (1998) Teatro Nacional São João
Adaptação: João Miguel, Leonor de la Bastille
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Corpo-Função
Laryssa Bidurin
Inspirado em “Construção”, de Chico Buarque, música marcada pela censura durante a ditadura militar, a ideia retrata um corpo-máquina preso a uma rotina mecânica e a diferentes formas de censura. Ao questionar essa condição de engrenagem substituível, inicia um processo de emancipação em busca de seu próprio caminho.
Criação e Interpretação: Laryssa Bidurin
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Daniela Rolo e Madalena Moreira
Duas raparigas, dois mundos diferentes.
A ânsia por algo a mais a consome e farta do seu mundo cor de rosa Magui junta-se a Nocas numa aventura noturna de música, álcool e tensão. Entre elas existe um conflito diário, de súbdito algo inesperado acontece, uma "estranha" aparece para se juntar aquela confusão.
'Pur Poison” é um retrato cru, de uma geração que vive entre o desejo de libertação e o medo de encarar o que realmente é, expondo a fragilidade das relações e o ridículo das nossas máscaras sociais.
Onde o grotesco e o íntimo se confundem, onde até o riso tem sabor a veneno.
Criação e Adaptação Texto: Daniela Rolo, Madalena Moreira
Texto: Pedro Galiza
Interpretação: Daniela Rolo, Madalena Moreira, Maria Madalena Rosário
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No Controlo
Diana Elias e Ana lameira
Um corpo escuta antes de se mover. Alguém diz o que vai acontecer, e isso basta. Quando a pergunta surge, já não há resposta possível. Esta peça fala do momento em que o corpo deixa de ser escolha e passa a ser consequência.
Direção do projeto, Texto e Voz Off: Diana Elias
Coreografia: Ana Lameira, Diana Elias
Interpretação: Ana lameira
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Porque estás tão longe!?
Mariana Barbosa
A e B encontram-se agora na memória de B, que se havia trancado no quarto, A implora que saia, mas nada impede o desfecho deste conflito, que destrói a sua relação.
Encenação e Texto: Mariana Barbosa
Interpretação: Bruna Biaso, Clara Gaspar, Mariana Barbosa, Rita Mendes
Coreografia: Bruna Biaso, Inês Correia, João Pedro, Mariana Barbosa, Rita Mendes
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1(2)3
Leonor Truta, Hugo Nascimento e Ricardo Santos
Três pessoas orbitam o mesmo desejo de união, mas nunca ao mesmo tempo. Quando duas se aproximam, a terceira torna-se excesso, ruído, ausência. Em 1(2)3, a tentativa de formar um coletivo revela um desequilíbrio constante: alguém fica sempre de fora. A luta instala-se — subtil, física, emocional — até que a repetição do conflito obriga à revelação essencial: a fragmentação nasce da recusa e não da diferença. No fim, percebem que só existindo como três é possível avançar.
Coreografia e Interpretação: Hugo Nascimento, Leonor Truta, Ricardo Santos
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Mala da despedida
Diana Elias
Uma peça sobre memórias que ficam e despedidas que unem. A mala torna-se guardiã do que foi vivido. Porque o que vivemos nunca se perde, guardamo-lo connosco, onde quer que vamos.
Encenação: Diana Elias
Instrumental: Vitória Monteiro
Interpretação: Alexandra Santos, Ana Lameira, Catarina Leal, Débora Malaca, Diana Elias, Francisca Sousa, Lara Carolina, Lara Nunes, Leonor Pinto, Luana Rebelo, Marcella Sandoval, Mara Carvalho, Maria Lisboa, Matilde Pais, Serena Montoia, Sofiah Oliveira, Vitória Monteiro
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3 em 1
Francisca Sousa, Matilde Pais, Vitória Monteiro
Alguma vez te sentiste sozinho? deslocado? Bem, não foste o único.
Criação e interpretação: Francisca Sousa, Matilde Pais, Vitória Monteiro
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NINHO
Afonso Pinhel, Carolina Lopes, Renata Soares, Gabriela Teixeira e Gonçalo Pereira
O cérebro é como um ninho vasto, onde múltiplas ramificações se entrelaçam e coexistem. Vários galhos, formando uma arquitectura frágil em que todas as ligações são essenciais. Falhas, interrupções e zonas de silêncio afetam o conjunto, tornando o corpo o solo onde esta estrutura se materializa através de uma força colectiva baseada na interdependência e na presença partilhada.
Criação e Interpretação: Afonso Pinhel, Carolina Lopes, Gabriela Teixeira, Gonçalo Pereira, Renata Soares