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Projeções

Ciclo de Performances Artistas Emergentes

19 May / 19h00
Coliseu Porto Aegas

PROJEÇÕES
Ciclo Performances Artistas Emergentes

ONDAS DA TERRA
Vanessa Vieira da Cunha | 6'

“Ondas da Terra” representa solitude, ciclicidade e renovação. Um corpo só, que se move pelo espaço sem motivação ou propósito, em ciclos repetitivos incoerentes e sem consciência do quão desintegrado se encontra. A peça procura refletir o estado de inércia em que, consciente ou inconscientemente, nos deixamos posicionar; a privação de escolha, posição ou direção que nos leva a desfechos semelhantes em situações desiguais. Será o livre-arbítrio real?

Coreografia e performance: Vanessa Vieira da Cunha
Design de Som: Tushar Das
Imagem: Luís Pedro Ferreira
Apoio e acompanhamento à criação: Heleen Volman - DansBrabant, Marc van Loon - FHK Dans
Olhar externo: Katti Rocha e Etienne Tribu
Apoio à residência artística: Play Practice Artists Residency

NINGUÉM ME ENSINOU A OLHAR
Andreia Alpuim e Andreia Marinho | 10'

"Como aconteceu com tudo o que julgo saber, tive de aprender a olhar, sozinho, as
coisas que me rodeiam.", in O movimento das coisas, talvez... de José-Manuel Xavier
Fomos interrompidas por estas palavras, atropeladas por esta necessidade de olhar, sobre nós e sobre ti. Como é que me comporto sob o teu escrutínio? Como é que vejo aquilo que não consigo? Como é que te faço sentir como eu me sinto?

Direção artística: Andreia Alpuim e Andreia Marinho
Criação e interpretação: Andreia Alpuim e Joana Cunha Pinto
Direção musical e música: João Carlos Pinto
Figurinos: Andreia Marinho e Andreia Alpuim
Produção: Andreia Marinho
Fotografia: Joaquim Leal
Apoios: Escola Superior de Dança e Estúdios Vítor Córdon

VARIATIONS OF WHAT THE FUSS
Charlotte Gergaud | 6'

WHAT THE FU**, uma expressão comum mas com inúmeras formas de vivê-la. Mulher queer, humana e artista. Como faço para lidar com isto? Uma busca pela metamorfose. Ruído como ruído, como reação, como expressão, como grito e discurso urgentes, como forma de lutar. Este é um convite a mergulhar por dentro e por fora através da evocação de imagens, sons e de uma variedade de memórias. Através de uma jornada ao vivo de dança sensível e desordeira, onde viajar pode ser uma forma de escapar, de abrir um diálogo e um espaço de apoio. Vamos emergir dentro de uma experiência compartilhada de corpo-mente que construímos através do nosso próprio compromisso e respiração.
Nota: este texto não inclui a palavra histérica e não irá.

Criação e interpretação: Charlotte Gergaud

RUBBLE KING
Duarte Valadares | 18'

Rubble King introduz um corpo que rastreia arquétipos. Uma entidade dentro de uma sandbox, um local de informação ilimitada, um circuito excessivamente produtivo à procura de modelos assimiláveis. Este corpo universal é viral, um circuito não filtrado, interrompido aleatoriamente pela auto satisfação. Vislumbres de estruturas reais de movimento estão presentes como se fossem uma segunda pele, o artificial inteligente. Mudança, mudança, mudança, a evolução pela ambiguidade imersiva, um ridículo racional.

Coreógrafo e Diretor Artístico: Duarte Valadares
Co-criador: André Cabral
Intérprete: Marco da Silva Ferreira
Compositor Musical: Olli Lautiola
Figurinista: Pawel Androsiuk
Artista Visual: Oscar Cassamajor

May 2021