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LABORATÓRIO DE FORMAÇÃO EM ARTES PERFORMATIVAS

com Carlos “Zíngaro” e Maria Belo Costa

11 May / 10H
Coliseu Porto Ageas

TRANSGRESSÕES
Transgressão significa a ação humana de atravessar, exceder, ultrapassar, noções que pressupõem a existência de uma norma que estabelece e demarca limites.

Transgressões reúne dois artistas com duas linguagens e percursos distintos em espaços específicos. Carlos “Zíngaro” é um pioneiro em Portugal na área da música improvisada e no uso das novas tecnologias e Maria Belo Costa move-se entre o teatro e uma pesquisa do movimento e do corpo. Durante um período de trabalho intensivo procuraram estabelecer diálogo tendo como matéria de criação as características de cada espaço e as suas linguagens (o movimento e a música).
Neste laboratório propomos que as premissas de construção do "Transgressões" sejam ponto de partida:
- o Corpo e o Som em relação com o espaço como elementos de continuidade ou de rotura;
- da improvisação para a composição em tempo real.
- o objeto em relação com o corpo e o espaço.

Carlos Zíngaro
Violinista, compositor e artista visual. Curso de Cenografia da Escola Superior de Teatro de Lisboa. Estudos de musicologia, música eletro-acústica e música contemporânea (teatro-música) na Universidade Técnica de Wroclaw (Polónia) e na Creative Music Foundation (New York). Pioneiro em Portugal na utilização das novas tecnologias na composição e interação em tempo real, bem como nas relações som /movimento e “composição imediata”. Colaborou com coreógrafos, encenadores e realizadores como Olga Roriz, Vasco Wellenkamp, Vera Mantero, Giorgio B. Corsetti, Ricardo Pais, Constança Capdeville, Fernanda Lapa, Carlos Avilez e Francis Plisson. Tem uma produção discográfica de mais de 50 títulos com edições em França, Suíça, Alemanha, Canadá, Itália, Inglaterra, Japão, Holanda, USA. Atribuições de melhor disco do ano na WIRE Magazine, CODA e dois Chock de La Musique - Monde de la Musique. Fundador e diretor artístico da Granular, coletivo dedicado à prática e divulgação das artes experimentais. Desde 2003, desenvolve trabalhos de instalação multimédia (imagem, animação, vídeo, áudio).

Maria Belo Costa
Curso de Teatro – Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Estuda no CEM - Centro em Movimento. Trabalhou com Sofia Neuparth, Paula Diogo, Joaquim Horta, Rui Sena, Carlos ‘Zíngaro’ e Lúcia Sigalho. Colaborou com a ESTE e com a Quarta Parede. Foi Coordenadora para a Formação no CENTA, onde trabalha no Projeto (R)EXISTIR, de Filipa Francisco, no E.P. de Castelo Branco. No Pé de Pano – Projectos Culturais foi criadora dos espetáculos ENTRETECER, MEDO DE SER MATÉRIA, com Peter Michael Dietz; DANÇAS A NASCER, MÃOS PENSANTES OU MANUAL DE PENSAR em parceria a Terceira Pessoa, OFÉLIA, TRANSGRESSÕES com Carlos Zíngaro. Juntamente com Sílvia Pinto Ferreira, dirige IDEÁRIOS projeto Artístico de Intervenção Social.

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