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Do silêncio da praça avista-se o nosso terra (...)

Isabel Barros & Vítor Rua (DDD Out Corpo + Cidade)

11 May / 13H
Praça D. João I

Do silêncio da praça avista-se o nosso terraço de nuvens, é uma criação para a praça D.João I, lugar de passagem e espécie de palco onde é possível inventar imagens extraordinárias, em cenários que não existem. Do silêncio da praça, fala de cada um de nós enquanto drama minúsculo, que em espaço público se pode confundir com todos outros dramas minúsculos. O nosso terraço é o mesmo, isso nos torna semelhantes. Do silêncio da praça avista-se o nosso terraço de nuvens, será mais um momento da viagem cúmplice dos artistas e grandes amigos Isabel & Vítor.

Isabel Barros


Isabel Barros
Coreógrafa, encenadora, cofundadora do balleteatro (1983), diretora artística do Teatro de Marionetas do Porto desde 2010 e do Museu das Marionetas do Porto inaugurado em Fevereiro de 2013. Tem um vasto percurso de criação artística, no qual destaca o cruzamento de linguagens, nomeadamente dança, teatro e marionetas. Cedo se interessou por criar momentos de programação ligados à dança, ao teatro e à performance, privilegiando formatos transversais e alternativos e dedicando momentos para criadores emergentes, Recebeu o prémio Almada (1999) atribuído ao balleteatro, como distinção do trabalho realizado ao nível da programação. Em 2014 criou o Festival Corpo + Cidade, dedicado à performance em espaço público, o qual desde 2016 passou a integrar a programação do Festival DDD.
Em 2018 recebeu a Medalha Municipal de Mérito - Grau Ouro. O Porto é a sua cidade de origem e de eleição, na qual desenvolve o seu trabalho com sentido de urgência e forte dimensão social.

Vítor Rua
Vítor Rua (n. 1961) iniciou-se no fim da década de 1970 com algumas invenções melódicas que marcaram profundamente o “art rock” português.
Em 1980, funda o grupo Rock G.N.R. No ano de 1982 funda, com Jorge Lima Barreto, TELECTU, grupo de música improvisada e electroacústica live. Neste seu trabalho com Telectu encontrou-se com grandes figuras internacionais da improvisação afirmando-se como experimentalista e poliartista. Em 1987 num voluntarioso acto de autodidaxia considerou decisivamente o estudo da notação da música contemporânea e neste contexto evoluiu de forma meteórica. A sua obra reflecte um trabalho de recorte pós-moderno, preliminar, variegado, da recusa empirista da confinação cultural, laivo nas fronteiras estilísticas e ideoletais.

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