Objeto-Dança
A cidade não existe sem o corpo. Haverá sempre um outro alguém que observa esse corpo que se move, atribuindo-lhe sentidos e narrativas. A cidade é um sítio privilegiado para a criação artística na medida em que se constitui como uma estrutura narrativa aberta, que reflete opiniões e dramaturgias individuais que irão contextualizar um determinado momento social.
Neste sentido, podemos avançar com a ideia de que as memórias interpessoais e sociais desempenham um papel crucial na construção do espaço cénico. Isto partindo do pressuposto que o espaço público é um espaço de representação e performance em tudo similar a uma sala de espetáculos onde a vida acontece. Desta forma, o espetáculo do mundo é reorganizado a
cada momento de acordo com as perceções individuais e as justificações que se atribuem. A dança contemporânea e as danças urbanas num diálogo a partir do movimento de cada intérprete, num total de oito intérpretes. As estórias já partilhadas e as que se constroem no momento, criam um objeto-dança que se apresenta ao público. Sem rede. Mas com a verdade
do aqui e do agora.
Cláudia Marisa
Neste sentido, podemos avançar com a ideia de que as memórias interpessoais e sociais desempenham um papel crucial na construção do espaço cénico. Isto partindo do pressuposto que o espaço público é um espaço de representação e performance em tudo similar a uma sala de espetáculos onde a vida acontece. Desta forma, o espetáculo do mundo é reorganizado a
cada momento de acordo com as perceções individuais e as justificações que se atribuem. A dança contemporânea e as danças urbanas num diálogo a partir do movimento de cada intérprete, num total de oito intérpretes. As estórias já partilhadas e as que se constroem no momento, criam um objeto-dança que se apresenta ao público. Sem rede. Mas com a verdade
do aqui e do agora.
Cláudia Marisa